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terça-feira, 29 de maio de 2012

História da Igreja Vétero no Brasil.


História da Igreja Vétero no Brasil.



Capítulo I.



Os primeiros grupos vétero-católicos se organizaram em 1871, quando vários intelectuais, sacerdotes e bispos católicos romanos da Áustria, Suíça e Alemanha rejeitaram as decisões do Concílio Vaticano I (1869-1871), que definiu o dogma da Infalibilidade Papal. Instalada no Brasil, em 22 de Maio de 1932, em Curitiba, Paraná, e registrada pelo Pe. Teófilo Barnichi, em 20 de julho de 1932 (sob n° 43 do Livro “A”, aos 15 de janeiro de 1951).

Em São Paulo o Bispo D. Jam Piotr Perkowski a Registrou no 1° Cartório de Registro de Títulos e Documentos de São Paulo, com Registro sob n° 14.131, em 14 de Outubro 1967.

A origem da Vétero Católica está ligada à Igreja Nacional Católica Polonesa dos USA, conforme segue:

Dom Francisco Hodur, terminou Faculdade Teológica da Universidade de Jagello em Cracovia. Depois de receber as ordens menores emigrou para os Estados Unidos, onde foi ordenado sacerdote pelo Bispo Católico Romano Dom O’Hara.

Como Padre Católico Romano trabalhou por pouco tempo, devido ao rompimento com o Bispo local.

Não conseguindo um acordo entre de seus seguidores com o Vaticano, fundou uma Igreja Nacional Católica Polonesa, com sede em Scranton (Pensilvânia).

No ano 1907, Pe. Francisco Hodur foi Sagrado Bispo pelo Arcebispo de Ultrecht Gerardus Gul (1892-1920).

Depois que a Polônia consegue a Independência em 1918, os missionários da Igreja Nacional Católica Polonesa chegaram da América para sua Velha Pátria Polônia.

Como superior da Igreja Nacional foi indicado pelo Bispo Hodur, Pe. Wladyslaw Faron, a quem em 1930 nos USA foi Sagrado Bispo.

No final de abril de 1934 consagrou dois Bispos Auxiliares – Jan Perkowski e Adama Jurgielewicz.

Dom Jan ao chegar ao Brasil uniu-se ao Padre Teófilo que sentindo a necessidade de um governo supremo, passa os documentos e a Primazia da Igreja no Brasil para Padre Teófio em 1936, na cidade de Curitiba.

 Dom Jan Perkowski, mudou-se para o Estado de São Paulo em 1951, e instalou e transferiu a Sede Arquiepiscopal da Igreja para São Paulo.

D. Jan confere ordens menores até o Episcopado ao Dr. Mons. Lírio Prado Fontes; bem como ordena Diácono o Conde Helio Del Bivar, em 1962.

Dom Jan, adormece no Cristo em 22 de julho de 1963, com 62 anos de idade.

Em 15 de Agosto de 1963 Dom Lírio Prado Fontes assume o Governo Supremo. Posteriormente O Diácono Helio Del Bivar é Ordenado Padre e sagrado Bispo pelas Mãos do Dom Lírio Prado Fontes no ano de 1965.

Em 1966 Dom Lírio Prado Fontes renuncia o Governo Supremo da Igreja em favor de Dom Hélio Del Bivar para ser Missionário.

Em 30 de Outubro de 1966 Dom Hélio Del Bivar, revoga todas as atas e Estatutos da Cidade de Curitiba em favor da transferência para São Paulo, re-formulando o registro e Estatuto em 13 de Outubro de 1966.

Dom Hélio Del Bivar, mantendo a tradição da Sucessão Sagra Pe. Rafael Linueza Peres Bispo em 1977, e Sagra Pe. Paolo Reale Bispo em 1978.

Por Problemas de saúde Dom Hélio entrega o Governo da Igreja para Dom Paolo Reale e Dom Rafael Linueza Peres é eleito Vigário Geral da Igreja.

Aos 28 dias do mês de Maio de 1988 D. Hélio adormece no Cristo com 81 anos de idade.

Aos 28 dias do mês de Julho de 1988 Dom Rafael é eleito Arcebispo da Igreja Vétero Católica.

Dom Rafael Sagra monsenhor José Carlos Teodoro Bispo no ano de 1987 e assume como Vigário Geral. Para o crescimento da Igreja Dom José Carlos Teodoro é Nomeado bispo para a Bahia.

Com o falecimento de Dom Rafael Linueza Peres, assume Dom Paulo Pereira.

Atualmente é separada de Roma, mantendo Comunhão com outras Igrejas e é membro do Conselho Mundial das Igrejas.



 Capítulo II.



O teólogo e historiador bávaro, Johann Joseph Ignaz von Döllinger (1799–1890), foi o principal líder dos velhos católicos, mas curiosamente nunca se considerou um cismático da Igreja Católica, apesar da sua excomunhão pela Romana e ordenação como bispo Velho-Católico. Ele recusou liderar a Igreja como uma instituição independente.

A Igreja Anglicana e a Igreja jansenista holandesa de Utrecht reconheceram e providenciaram a ordenação episcopal dos bispos das então recém-formadas Igrejas Véteros, mantendo a sua sucessão apostólica.

Parte, somente uma parte, das Igrejas Vétero mantém comunhão com o Arcebispo de Utrecht, que é um líder da Igreja Vétero (ou jansenista) holandesa de Utrecht (União de Utrecht). Atualmente, a Igreja Vétero no Brasil está Autônoma, não mantendo comunhão com Utrecht. Os líderes véteros estão abertos ao diálogo, tanto para inter-comunhão, comunhão e/ou aproximação de conhecimento em vários aspectos. Cristo deseja que todos sejam Um, divisão ou diferença são obstáculos a serem transpostos. 

A Igreja holandesa, que é a raiz e precursora do vétero-catolicismo, foi fundada no período da pós-reforma protestante, no século XVIII, muito antes do aparecimento das outras Igrejas vétero-católicas, devido às tensões entre a Cúria Romana e uma parte da hierarquia católica local (influenciada pelo jansenismo). Rejeita os dogmas proclamados nos séculos XIX e XX por Roma: Infabilidade Papal, imaculada conceição e assunção de Maria.



Capítulo III.



A Vétero é embasada nos ensinamento da Bíblia e da Tradição, sendo mais liberal em relação à consciência individual, concernente à contracepção e sexualidade, bem como em outros temas éticos e morais.

Arcebispos primazes dos Véteros-Católicos no Brasil: 1) Dom Teófilo Barnick; 2) Dom Jam Piotr Perkowiski; 3) Dom Lírio do Prado Fontes; 4) Dom Helio Del Bivar; 5) Dom Heitor Figueira de Carvalho; 6) Dom Paolo Reale; 7) Dom Wanderley Gonçalves de Almeida (ord.1976 por Arcebispo James F. A . Lashley); 8) Dom Rafael Linueza Peres (ord.1977 por Bispo Wanderley Gonçalves de Almeida); 9) Dom Paulo Pereira.

Atualmente há várias hierarquias derivadas desta mesma Sucessão Apostólica: 1) Igreja Vétero Católica do Brasil, sendo Arcebispo Dom Ademir Achilles, Arcebispo Primaz de Curitiba; 2) Igreja Antiga Católica de Minas Gerais, Arcebispado de Dom John Wesley; 3) Igreja Apostólica Vétero-Católica do Brasil, Arcebispado de Dom Paulo Nunes, também em Curitiba; 4) Igreja Vétero-Católica no Brasil, Arcebispado de Dom Aparecido Pereira, em São Paulo; 5) Arcebispado de Dom Estevão Maurício Lima Vasquez.

É uma associação de Igrejas nacionais independentes, oriunda do Arcebispado de Utrecht. As raízes encontram-se nos Países Baixos, no período da pós-Reforma no século XVII. Após o Concílio Vaticano I, grupos de católicos de Alemanha, Suíça e do Império Austro-húngaro, sob a influência de alguns teólogos e bispos entre os quais Ignaz von Dollinger, protestaram contra às definições conciliares relacionadas a primazia e a infalibilidade papais. Foram chamados de velhos católicos porque consideravam estranhas e heterodoxas as definições dogmáticas do Concílio Vaticano I, desejando permanecerem fiéis a verdadeira e antiga doutrina católica e apostólica (universal).

Os congressos de Munich (1871) e de Colônia (1872) resultaram na declaração de Utrecht (1889), na qual os vétero-católicos esclarecem suas posições doutrinárias.

No início do século XX uniram-se à Igrejas Nacional Polonesa e iniciaram missões na Inglaterra , nos Estados Unidos e no Canadá. A declaração de Utrecht está fundamentada na doutrina Católica definida nos Sete primeiros Concílios Ecumênicos.

Aceita a Escritura e a Tradição como fontes da revelação. Reconhece o primado da honra do Bispo de Roma, mas não aceita o primado da jurisdicional nem a infalibilidade Papal definidas pelo Concílio Vaticano I . Rejeitam igualmente os novos dogmas da Igreja Católica Romana entre os quais o dogma a Imaculada Conceição da Virgem Maria promulgado por Pio IX em 1854 e o dogma da Assunção de Maria promulgado por Pio XII em 1954.



Capítulo IV.



Uma forma de se conhecer breve a Igreja é estudando a Declaração de Ultrecht (1889), conforme abaixo:

1. Seguimos fielmente a Regra de Fé prevista por São Vicente de Lerins nestes termos: "teneamus Id, quod quod, semper ubique, quod ab omnibus est Creditum; hoc est etenim Catholicum proprieque vere." Por isso desejamos perseverar na profissão de fé da Igreja primitiva, tal como formulado nos símbolos ecumênico e especificados precisamente nas decisões dos Concílios Ecumênico realizados na Igreja indivisa do primeiro milênio.

2. Por isso, rejeitamos os decretos do chamado Concílio Vaticano, que foram promulgados em 18 de julho de 1870, relativo à infalibilidade e ao Episcopado Universal do Bispo de Roma, decretos que estão em contradição com a fé da Igreja antiga, e que destroem sua constituição canônica, atribuindo ao Papa a plenitude dos poderes eclesiásticos sobre todas as Dioceses e sobre todos os fiéis. Pela negação de sua competência primacial não queremos negar a primazia histórica que vários Concílios Ecumênicos e os Padres da Igreja antiga têm atribuído ao Bispo de Roma, reconhecendo-o como o “Primus inter pares”.

3. Rejeitamos também o dogma da Imaculada Conceição, promulgada pelo Papa Pio IX, em 1854, a despeito das Sagradas Escrituras e em contradição com a tradição dos primeiros séculos.

4. Quanto a outras encíclicas publicadas pelos Bispos de Roma nos últimos anos, por exemplo, a Bula Unigenitus e Auctorem Fidei, 1864 - nós as rejeitamos em todos os pontos pois estão em contradição com a doutrina da Igreja primitiva, e não as reconhecemos como obrigatórias para as consciências dos fiéis. Nós também renovamos os protestos antigos da Igreja Católica da Holanda contra os erros da Cúria Romana, e contra os ataques aos seus direitos de Igrejas nacionais.

5. Nós nos recusamos a aceitar os decretos do Concílio de Trento em matéria de disciplina, bem como as decisões dogmáticas deste Concílio, e que vamos aceitá-las apenas na medida em que estão em harmonia com os ensinamentos da Igreja primitiva.

6. Considerando que a Santa Eucaristia sempre foi o verdadeiro ponto central do culto católico, sendo nosso dever declarar que mantemos com perfeita fidelidade a doutrina católica antiga sobre o Sacramento do Altar, por acreditar que nós recebemos o Corpo e o Sangue de nosso Salvador Jesus Cristo sob as espécies do pão e do vinho.

A celebração eucarística na Igreja não é nem uma repetição contínua, nem a renovação do sacrifício expiatório que Jesus ofereceu uma vez por todas na cruz, mas é um sacrifício porque é a comemoração perpétua do sacrifício oferecido na Cruz, e é o ato pelo qual nós representamos na terra a oferta que Jesus Cristo faz no Céu (de acordo com a Epístola aos Hebreus (9:11-12) para a salvação da humanidade redimida, intercedendo por nós na presença de Deus (Heb. 9:24). A Santa Eucaristia é, ao mesmo tempo, um banquete sacrificial, por meio da qual o fiel, ao receber o Corpo e o Sangue de nosso Salvador, entrar em comunhão íntima com Ele e uns com os outros (1 Cor . X. 17).

7. Esperamos que os teólogos católicos, mantendo a fé da Igreja indivisa, tenham sucesso em estabelecer um acordo sobre as questões que tenham sido controversas. Nós exortamos aos padres sob a nossa competência o ensinar pela pregação e pela instrução.

8. Mantendo e professando fielmente a doutrina de Jesus Cristo, recusando-se a admitir os erros que por culpa dos homens penetraram na Igreja Católica, colocando de lado os abusos em assuntos eclesiásticos, juntamente com as tendências mundanas da hierarquia, acreditamos que seremos capazes de combater eficazmente os grandes males dos nossos dias, que são incredulidade e indiferença em matéria de religião.

Observe-se que a Luz, o Amor e a Fé não comportam ódios, disputas, competições, ou quaisquer formas de violências. Portanto, a Igreja Vétero está aberta ao diálogo e promove o Amor verdadeiro entre todos os seres viventes, sem distinção de Credo, Raça, Cor, etc. Deus é amor, e unicamente Amor!



Capítulo V.



Devemos seguir os princípios da Bíblia, constantes em 1 Coríntios 13: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”

Muita Luz (Gênesis 1), Amor (1 Coríntios 13) e Fé ! (Hebreus 13). Muita Luz, Amor e Fé a Todos!



Capítulo VI.



“The Old Catholic Church” Sucessão Apostólica (Igreja dos Velhos Católicos).

A “Igreja Vétero” chegou ao Brasil aos vinte e dois dias do mês de maio do ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo de 1932. Foi registrada na cidade de Curitiba, Paraná, pelo Reverendo Padre Teófilo Barnick,  aos vinte dias do mês de julho, no mesmo ano.

Old Catholic Succession:

001 ¬ St. Peter the Apostle (Antioch), A.D. 38; 002 ¬ Evodius, (Antioquia) A.D. 40; 003 - Ignatius Martyr, A.D. 43; 126 - Ignatius Peter III., A.D. 1872…127- Paul Athanasius, A.D. 1877; 128 ¬ Julius Alvare, A.D. 1879; 129 ¬ Joseph Rene Vilatte, A.D. 1892; 130 ¬ George Alexander MoGuire, A.D. 1921; 131 ¬ Willian Frederick, A.D. 1928; 132 ¬ Jas. F. A . Lashley, A.D. 1932; 133 ¬ Wanderley Gonçalves de Almeida, A.D. 1976; 134 ¬ Rafael Linuesa Perez, A.D. 1977; 135 ¬ José Carlos Teodoro, A.D. 1993; 136 ¬ Paulo Pereira, A.D. 1997.

*Apostolic Succession of Dom Paulo Pereira Archbishop Primate of the Church of the Vétero-Catholic in Brazil, eat from Old Catholic Church - it USES, through Eminentíssimo and Reverend Dom Jas F. Lashley, (Primate - USA), that Sagrou S. Ex.cia. Rev.ma. Talent Wanderley Gonçalves of Almeida, that Sagrou S. Ex.cia. Rev.ma. Talent Rafael Linuesa Peres, that Sagrou S. Ex.cia. Rev.ma. Talent José Carlos Teodoro, that Sagrou S. Ex.cia. Rev.ma. Talent Paulo Pereira.

 (1) Peter, 38; (2) Evodius 40; (3) Ignatius I, 43; (4) Aaron, 123; (5) Cornelius, 123; (6) Eodos, 142; (7) Theophulus, 157; (8) Maximinus, 171; (9) Seraphim, 179; (10) Astlediaes, 189; (11) Philip, 201; (12) Sebinus {Zebinus},219; (13) Babylos, 237; (14) Frabius, 250; (15) Demetrius, 251; (16) Paul I, 259; (17) Domnus I,270; (18) Timotheus, 281; (19) Cyrilus, 281; (20) Tyrantus, 296; (21) Vitalius, 301; (22) Philognius, 318; (23) Eustachius, 323; (24) Paulinius, 338; (25) Philabianus, 383; (26) Evagrius, 386; (27) Phosohorius, 416; (28) Alexander, 418; (29) John I, 428; (30) Theodotus, 431; (31) Domnus li, 442; (32) Maximus, 450; (33) Accacius, 454; (34) Martyrius, 457; (35) Peter II, 464; (36) Philadius, 500; (37) Serverius, 509; (38) Segius, 544; (39) Domnus lII, 547;
(40) Anadtasius, 560; (41) Gregory I, 564; (42) Paul II, 567; (43) Patra, 571; (44) Domnus IV, 586; (45) Julianus, 591; (46) Athanasius I 595; (47) John II, 636; (48) Theodorus I, 649; (49) Severus, 668; (50) Athanasius II, 684; (51) Julianus II,687;
(52) Elias I, 709; (53) Athanasius III, 724;
(54) Evanius I, 740; (55) Gervasius I, 759;
(56) Joseph, 790; (57) Cyriacus, 793; (58) Dionysius 1, 818; (59) John III, 847; (60) Ignatius II, 877; (61) Theodosius, 887; (62) Dionysius II, 897; (63) John IV, 910; (64) Basilus I, 922; (65) John V, 936; (66) Evanius II, 954; (67) Dionysius III, 958; (68) Abraham I, 962; (69) John VI, 965, (70) Athanasius lV, 987; (71) John VII, 1004;
(72) Dionysius IV, 1032; (73) Theodorus II, 1042; (74) Athanasius V, 1058; (75) John VIII, 1064; (76) Basius II, 1074; (77) Abdoone, 1076; (78) Dionysius V, 1077;
(79) Evanius 111, 1080; (80) Dionysius VI, 1088; (81) Athanasius VI, 1091; (82) John IX, 1131; (83) Athanasius VII, 1139; (84) Michael I, 1167; (85) Athanasius VIII, 1200;
(86) Michael II, 1207; (87) John X, 1208; (88) Ignatius III, 1223; (89) Dionysius VII, 1253;
90) John XI, 1253; (91) Ignatius lV, 1264; (92) Pinilanus, 1283; (93) Ignatius Baruhid, 1293; (94) Ignatius Ismael, 1333; (95) Ignatius Basilius III, 1366; (96) Ignatius Abrabam II, 1382; (97) Ignatius Bacalius IV, 1412; (98) Ignatius Behanam I, 1415; (99) Ignatius Kalejih, 1455; (100) Ignatius John XII, 1483; (101) Ignatius Noah, 1492; (102) ignatius Jesus I, 1509; (103) Ignatius Jacob I, 1510; (104) Ignatius David I, 1519; (105) Ignatius Abdullah I, 1520; (106) Ignatius Naamathalak, 1557; (107) Ignatius David II, 1577; (108) Ignatitis Philathus, 1591; (109) Ignatius Abdullah II, 1597; (110) Ignatius Cadhai, 1598; (111) Ignatius Simeon, 1640; (112) ignatitis Jesus II, 1661; (113) Ignatitis Messiah, 1661; (114) Ignatius Cabeeb, 1686;
(115) Ignatius Gervasius II, 1687; (116) Ignatius Isaac, 1708; (117) Ignatius Siccarablak, 1722; (118) Ignatius Gervasius III, 1746; (119) Ignatius Gervasius IV, 1768; (120) Ignatius Mathias, 1781; (121) Ignatius Behnam, 1810; (122) Ignatius Jonas, 1817; (123) Ignatius Gervasius V, 1818; (124) Ignatius Elias II, 1839; (125) Ignatius Jacob II, 1847; (126) Mar Ignatius Peter III, 1872; (127) Paulose Mar Athanasius (Kadavil Kooran) was consecrated on December 4, 1907 by Mar Ignatius Peter III as Syrian Antioch Bishop of Kottayam and M.etropolitan of Malabar (India); (128) Mar Julius 1 (Antonio Francis Xavier Alvares) was consecrated July 28, 1889, by Paulose Mar Athanasius, under authority of Patriarch Ignatius Peter III to be Archbishop of the Latin Rite Independent Catholic Church of Ceylon, Goa and India; (129) Joseph Rene Vilatte was consecrated on May 29, 1892 in Columba, Ceylon at Our Iady of Good Death Cathedral by Mar Julius I, under authority of Mar Ignatius
Peter lII, to serve as Archbishop of North America; (130) Mar Paul (Paolo Miraglia), 1900; (131) Mar Julio (Julio Houssaye), 1904; (132) Mar François (Louis François Giraud), 1911; (133) Tau Jean II (Jean Bricaud), 1913; (134) Tau Targelius (Victor Blanchard), 1918; (135) Tau Eon II (Roger Menard), 1945; (136) Tati Jean III (Robert Ambelain), 1946; (137) Tau Andreas (Andre Maner), 1958; (138) Tau Jean (Roger Pommery), 1958; (139) Tau Guillaume (WiIIer Vital-Hernie), 1967; (140) Tau Charles I (Roger Victor-Herard), 1970; (141) Tau Johannes XXIII (Jorge E. Rodrigues - Villa), 1984; (142) Tau Vladimir (Edmundo Pellizari Filho), 1996; (143) Tau Franciscus (Lúcio Evandro Paneque de Oliveira), 1997; (144) Tau Paulo Pereira, 1998.

*Other Lines of Apostolic Succession:

(1) Peter, 38; (2) Linus, 67; (3) Ancletus {Cletus}, 76; (4) Clement, 88; (5) Evaristus, 97; (6) Alexander I, 105; (7) Sixtus I, 115; (8) Telesphorus, 125; (9) Hygimus, 136; (10) Pius I, 140; (11) Anicetus, 155; (12) Soter, 166; (13) Eleutherius, 175; (14) Victor I, 189; (15) Zephyrinus, 199; (16) Callistus 1, 217; (17) Urban I, 222; (18) Pontian, 230; (19) Anterus, 235; (20) Fabian, 236; (21) Cornelius, 251; (22) Lucius I., 253; (23) Stephen I, 254; (24) Sixtus II, 257; (25) Dionysins, 259; (26) Felix I, 269; (27) Eutychian, 275; (28) Caius, 283; (29) Marcellinus, 296; (30) Marcellius I, 308; (31) Eucebius, 309; (32) Melchiades {Miltiades}, 311; (33) Sylvester I, 314; (34) Marcus, 336;
(35) Julius I, 337; (36) Liberius, 352  (*Liberius was expelled from Rome by the Arian Emperor Constantius, during bis absence, the See of Rome was held by Felix II, who resigned upon the retum of Liberius from his two year exile); (37) Damasus I, 366; (38) Siricius, 384; (39) Anastasius I, 399; (40) Innocent I, 401; (41) Zosimus, 411; (42) Boniface I, 418; (43) Celestine I, 422; (44) Sixtus III, 432; (45) Leo I, 440; (46) Hilary, 461; (47) Simplicius, 468; (48) Felix lII, 483;
(49) Gelasius I, 492; (50) Anastasius II, 496; (51) Symmachus, 498; (52) Hormisdus, 514; (53) John I, 523; (54) Felix lV, 526; (55) Boniface II, 530; (56) John II, 535; (57) Agapitus, 535, (58) Sylverius, 536; (59) Vigilus, 537; (60) Pelagius I, 556; (61) John IIII, 561; (62) Benedict 1, 575; (63) Pelagius II, 579; (64) Gregory 1, 590; (65) Sabinianus, 604; (66) Boniface III, 607; (67) Boniface IV, 608; (68) Deusdedit {Adeodatus I}, 615; (69) Boniface V, 619; (70) Honorius, 625; (71) Severinus, 640; (72) John IV, 640; (73) Theodore I, 642; (74) Martin I, 649; (75) Engene I, 654; (76) Vitalian, 657; (77) Adeodatus II, 672; (78) Donus, 676; (79) Agatho, 678; (80) Leo II, 682; (81) Benedict II, 684; (82) John V, 685; (83) Conon, 686; (84) Sergius I, 687; (85) John VI, 701; (86) John VII, 705; (87) Sisinnius, 708; (88) Constantine, 708; (89) Gregory II, 715; (90) Gregory III,731; (91) Zachary, 741; (92) Stephen lI, 752; (93) Paul I, 757; (94) Stephen III, 768; (95) Adrian I, 772; (96) Leo III, 795; (97) Stephan IV, 816; (98) Paschal I, 817; (99) Engene II, 824; (100) Valentine, 827; (101) Gregory IV, 827; (102) Sergius II,844; (103) Leo IV, 847; (104) Benedict III, 855; (105) Nicholas I, 858; (106) Adrian II, 867; (107) John VIII, 872; (108) Marinus I, 882; (109) Adrian III, 884; (110) Stephen V, 885; (111) Formosus, 891; (112) Boniface VI;
(113) Steven VI, 897; (114) Romanus, 897; (115) Theodore lI, 897; (116) John IX, 898; (117) Benedict IV, 900; (118) Leo V, 903; (119) Sergius 111,904; (120) Anastasius III, 911; (121) Landus, 913; (122) Jobn X, 914;
(123) Leo VI, 938; (124) Stephen VII, 928;
(125) John XI, 931; (126) Leo VII, 936; (127) Stephen VIII, 939; (128) Maginus II, 942; (129) Agapitus II, 946; (130) John XIII, 955;
(131) Leo VII, 963; (132) Benedict V, 964; (133) John XIV, 965; (134) Benedict VI, 973;
(135) Benedict VII, 974; (136) John XIV, 983, (137) John XV, 985; (138) Gregory V, 996; (139) Sylvester II, 999; (140) John XVII, 1003; (141) John XVIII, 1004; (142) Sergius IV, 1009; (143) Benedict VIII, 1012; (144) John XIX, 1024; (145) Benedict lX, 1032; (146) Sylvester III, 1045; (147) Benedict IX James Coyon de Matignon, was consecrated by de Bousseut in 1693…(242) Dominicus Marie Varlet, Consecrated in 1719 in Paris by Bishop de Matignon, assisted by the Bishop of Quebec and tine Bishop of Claremont. He was named Coadjutor to the Roman Catholic Bishop of Babylon who died on November 20, 1717 and Bishop Varlet succeeded to the title. After a period in Persia at Schamake, he was susspended from office for alleged technicle irregularities, including the conformation of 604 candidates in Holland, whom he had confirmed at the request of the Church in Amsterdam. The Dutcb Church had been without a Bishop for 18 years as a punishrnenl from Rome becanse the Dutch Church refused to cooperate in the persiction of the "Jansenests" in Holland. Following the election of; (243) Comelius Van Steenhoven to serve as Archbisbop of Utrecht, the Primatial See of Holland, Varlet agreed lo perfomi tine Consecration, which he did on October 15, 1724, thus making Van Steenhoven the seventh Archbishop of Utrecbt and canonical successor to Saint WllIibrord, lhe British missionaty who had bmugbl tbe failh to Holland. In this consecratiou was bom lhe Old Calinolic Church; (244) Johannes Van Slipinout, 1745; (245) Gaullhenis Michaci Van Niewenhuizen, 1786; (246) Adrian Brockman, 1778; (247) Johannes Jacobus Van Rhijin, 1797; (248) Gilbenus de Jong, 1805; (249) Wilibrordus Van Os, 1814; (250) Jobanfles Bon, 1819; (251) Johannes Van Santen, 1825; (252) Flermanus HeUkamp, 1854; (253) Caspanis Johannes Rinkel, 1873; (254) Geradus Gul, 1892; (255) Arnold Rarris Mattbew was consecratcd on April 28, 1908 by Archbishop Gul of Utrecht, assisted by Bishop J. J. Vau Thicl of Haadem, Bishop N. B. P. Spit of Deventer and Bishop J. Demmel of Bonn, Germany, lo serve as tine FirsI Old Catholic Bishop cl Britan; (256) Fredrick Wiloughby, 1914; (257) James 1 Wedgewood, 1916; (258) Irving 5.
Cooper, 1919; (259) Charles Hampton, 1931. Hampton was Principal consecrator of (260) Herman A. Spruit, 1957; (261) Roberto de La Caridad Toca Y Medina, 1982; (262) Jorge Enrique Rodriguez -Villa, 1986; (263) Edmundo Pellizari Filho, 1996; (264) Lúcio Evandro Paneque de Oliveira, 1997; (265) Paulo Pereira, 1998.

*Arcebispado Vétero-Católico:

1.Dom Dom Teófilo Barnick; 2.Dom (Jam) Iam Piotr Perkowiski; 3.Dom Lírio do Prado Fontes; 4.Dom Helio Del Bivar; 5.Dom Heitor Figueira de Carvalho; 6.Dom Paolo Reale; 7.Dom Wanderley Gonçalves de Almeida (ord.1976 por Arcebispo James F. A . Lashley); 8.Dom Rafael Linueza Peres (ord.1977 por Bispo Wanderley Gonçalves de Almeida); 9.Dom José Carlos Teodoro; 10.Dom Paulo Pereira; 11.Dom Paulo Nunes, sagrado por Dom Paulo Pereira,  sendo co-consagrantes Dom Iam Piort Pertowisk e Dom José Falcão; 12.  Dom Paulo Nunes, Sagrou S. Excia. Dom Ademir Achilles, Arcebispo Primaz em Curitiba.

A Sucessão Apostólica de Dom Paulo Pereira, Bispo da Igreja Vétero Católica, vem da Old Catholic Church - EUA, através do Eminentíssimo e Reverendíssimo Dom Jas F. A Lashley, (Primaz - EUA), que Sagrou S. Excia. Revma. Dom Wanderley Gonçalves de Almeida, que Sagrou S. Excia. Revma. Dom Rafael Linueza Peres, que Sagrou S. Excia. Revma. Dom José Carlos Teodoro, que Sagrou S. Excia. Revma. Dom Paulo Pereira, que Sagrou S. Excia. Revma. Dom Paulo Nunes, que Sagrou S. Excia. Revma. Dom Ademir Achilles.

Presbítero: Padre Ney Oliveira: ordenado sacerdote Vétero Católico por Dom Paulo Nunes e Dom Ademir Achilles (pertencentes à linhagem da sucessão de Dom Paulo Pereira) em Curitiba, aos 20 dias do mês de dezembro do ano da graça de 2009.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Fé para todos!




Pregação sobre a Santa Missa.



 

Vida, vida, vida.


“Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.  Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas... continue, quando todos esperam que desistas. Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.  Faça com que em vez de pena, tenham respeito por você. Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use um bengala. Mas nunca se detenha.” (Madre Teresa de Calcutá)




sábado, 26 de maio de 2012

Violência é falta de cultura, cidadania, civilidade, instrução, sociabilidade, caridade, misericórdia...


Parece-me que muitos estão desejando voltar aos tempos da Inquisição! Tornaram-se caçadores de conciências e desejam ver a fogueira novamente acesa! Estão perseguindo o que é diferente, pois têm medo de aceitar que estão errados. Desejam continuar no "mundinho da ignorância" e querem 'eliminar as diferenças'; não por terem convicção do que pregam, mas sim por terem dúvidas quanto ao que divulgam... Ironia não é? Ignorância 'travestida de fé'. Violentos dizendo-se seguidores de Cristo. Desejam dizer que a igreja deles é a única verdadeira, como se religião fosse "time de futebol". Coisa horrorosa não?

Violência é falta de cultura, cidadania, civilidade, instrução, sociabilidade, caridade, misericórdia... é uma infinidade de coisas que nada tem com o “Religare”, com a religião de Jesus Cristo. Muita Saúde, Paz, Amor e Luz!!!